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Levando a IA para o campo: Como estudantes da UNaF na Argentina testaram o Timbeter em toras nativas de quebracho

26 de janeiro de 2026
Levando a IA para o campo: Como estudantes da UNaF na Argentina testaram o Timbeter em toras nativas de quebracho

O que acontece quando futuros engenheiros florestais encontram a inteligência artificial no meio de um pátio de toras? Na Universidad Nacional de Formosa (UNaF), na Argentina, a resposta foi um projeto acadêmico prático que levou o Timbeter às condições reais de campo pela primeira vez no programa de engenharia florestal. O objetivo era claro: avaliar o desempenho de uma ferramenta de medição baseada em IA em espécies nativas — especificamente o quebracho colorado (Schinopsis balansae) — e compará-la com métodos tradicionais.

Por que o Timbeter?

A equipe de pesquisa da UNaF queria testar a viabilidade do uso do Timbeter para coleta de dados de madeira em pilhas de espécies nativas de alta densidade, ao mesmo tempo em que desenvolvia habilidades digitais de medição entre os estudantes avançados de engenharia florestal. Havia também uma visão mais ampla: se a ferramenta se mostrasse confiável academicamente, poderia ser adotada por empresas florestais locais como uma alternativa mais rápida e precisa à medição manual.

O desafio antes da IA

Medir o quebracho colorado não é simples. As toras eram empilhadas de forma irregular ou carregadas em caminhões com comprimentos variados e alinhamento imperfeito. A medição tradicional exigia trabalho manual demorado, anotações à mão e posterior transcrição em planilhas. O processo era lento, trabalhoso e naturalmente sujeito a erros humanos. Todos os envolvidos reconheciam a necessidade de aumentar a produtividade e melhorar a precisão sem comprometer a confiança nos resultados.

Implementação como projeto de aprendizagem real

O Timbeter foi introduzido por meio de um plano acadêmico estruturado, liderado por um professor e executado por uma equipe de estudantes. Um dos alunos assumiu a responsabilidade de desenhar toda a metodologia: coordenar com parceiros da indústria, revisar pesquisas existentes, organizar análises estatísticas e treinar colegas tanto no aplicativo Timbeter quanto no painel digital.

A coleta de dados em campo ocorreu na UNITAN e na INDUNOR — duas grandes empresas de tanino na Argentina — sob supervisão de docentes e engenheiros florestais das companhias. Vários grupos de estudantes participaram: alguns capturaram imagens no campo, outros processaram os resultados no painel online, e outro grupo treinou colegas adicionais. Em resumo, tornou-se um verdadeiro projeto em ecossistema, disseminando competências digitais por todo o programa.

Formosa Timbeter

Curva de aprendizado e experiência do usuário

Como ferramentas de medição baseadas em IA não são comuns no setor florestal local, a mudança exigiu adaptação. No início, os estudantes tinham muitas dúvidas, mas, uma vez que tiveram acesso à plataforma, o aprendizado acelerou. Eles já dominavam os princípios de cubagem de toras, e o Timbeter se encaixou naturalmente nesse conhecimento, traduzindo o que sabiam para um fluxo de trabalho digital.

O feedback de estudantes e colegas foi fortemente positivo. Destacaram a inovação da ferramenta, a facilidade de uso e o potencial de modernizar as práticas de campo. Importante notar que foi a primeira vez que um aplicativo em nuvem, com sincronização em tempo real, foi utilizado no programa. Trabalhos acadêmicos anteriores dependiam de softwares de desktop sem colaboração imediata ou conectividade no local.

O que melhorou na prática

Com o Timbeter, os estudantes puderam capturar os diâmetros de uma pilha inteira quase instantaneamente. O painel permitiu verificações e correções quando necessário, garantindo a precisão dos dados. E, em vez de reescrever anotações em papel para depois transcrevê-las em planilhas, o Timbeter gerava automaticamente um banco de dados digital limpo, exportável em PDF e Excel — economizando tempo significativo e reduzindo o risco de erros.

Formosa Timbeter

Olhando para frente

A UNaF recomendaria o Timbeter a outras universidades e instituições de pesquisa por sua praticidade, qualidade dos dados e potencial analítico. Também sugeriu melhorias voltadas ao uso acadêmico — como edição mais flexível, renomeação facilitada de resultados, exportações em lote e um manual detalhado para apoiar iniciantes.

Para o Timbeter, este projeto é um grande lembrete do que acontece quando tecnologia encontra curiosidade: os estudantes aprendem mais rápido, a pesquisa se torna mais escalável e o setor florestal ganha um caminho claro rumo a medições mais inteligentes e digitais em florestas nativas.

Veja a medição de toras com IA aplicada no dia a dia.

Assim como no estudo da UNaF, o Timbeter ajuda equipes florestais a medir mais rápido, com menos erros e dados digitais confiáveis.

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